terça-feira, 23 de setembro de 2008

Quando o chefe passa dos limites

Artigo super interessante sobre ambiente de trabalho.
E se Deus quiser, eu saio dessa jogada ilesa!

Que não há empresa perfeita, todo mundo já sabe. Mas quando um profissional entra numa organização, o mínimo que ele espera é ser tratado com respeito, profissionalismo e ética. De fato, em muitas delas esses valores são levados rigidamente a sério. Em outras, nem tanto. E neste segundo caso, quem está no poder usa a autoridade de forma negativa, muitas vezes passando dos limites.

Esse tipo de assédio, diferente do que muita gente pensa, não é exclusividade de pequenas e médias empresas. Luciana, que prefere não ser identificada com seu nome verdadeiro, é uma prova de que grandes corporações também são palcos para falta de maturidade e profissionalismo. Ela trabalhou mais de dois anos numa instituição financeira internacional e passou poucas e boas com a chefia. "Em momentos de estresse, além dos gritos, ouvíamos também xingamentos como: 'Como você é burro!', 'Você não pensa?' ou 'Sai daqui agora, não quero ouvir mais nada!'", conta a publicitária, que diz que não existia momento e nem local especifico para esse tipo de atitude por parte dos chefes. "Isso acontecia na frente de quem fosse - de outros colegas ou mesmo de fornecedores", lembra.

O tratamento, um tanto quanto desconfortável, fazia parte da rotina e não era uma antipatia com Luciana apenas - todos os outros funcionários sofriam com as mesmas ofensas e tinham queixas idênticas. "Quatro pessoas da minha equipe saíram por não estarem agüentando mais o ritmo de gritos, confusões e falta de oportunidade de crescimento", afirma. Ela conta que, além do tratamento explosivo e desrespeitoso dos chefes, existiam poucas possibilidades de crescimento, pois, segundo ela, inseguros, os gestores não deixavam que o trabalho dos funcionários fosse visto pelos superiores. "Eles não sabiam lidar com novas idéias, com uma forma diferente de desenvolver os projetos. A cada nova sugestão, ouvíamos: 'ai, que droga! Já te disse pra fazer igual ao ano passado'...", diz.

Com o tempo, Luciana foi se adaptando à situação e aprendeu a viver com a personalidade dos chefes. "Deixei de dar importância à falta de tato, aos berros. Passei a conversar apenas o necessário com eles e trabalhar esperando um reconhecimento externo - do mercado, de fornecedores, de gerentes e diretores de outras áreas. Tudo menos deles, pois sabia que não teria mesmo", conta.

Hoje, fora desse ambiente hostil e já num novo emprego, ela vive naturalmente mais calma, tem uma rotina de trabalho completamente diferente e não tem dúvidas de que o bom relacionamento com os superiores muda a dinâmica e o desenvolvimento do trabalho. "Já tinha trabalhado em outras empresas onde o clima e o relacionamento eram bons, e agora voltei a viver isso. Acho que uma boa relação subordinado-chefe fica mais transparente e ajuda o dia-a-dia a ser mais fácil. As idéias fluem melhor e com o feedback de um bom gestor o profissional pode contribuir para o desenvolvimento da empresa e para o seu próprio desenvolvimento", opina.

Continua aqui!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Top 5 - dia de stress


Em dia de stress, por tudo e com todos, fiz uma top 5 (e mais um bônus rsrs) nesse instante no meu mp3 player, pra ouvir beeem alto, com direito a pulos, dancinha, grito... se joga!

1. Dressy Bessy - Side 2 (Grey's Anantomy 02x27)*

2. Teddybears - Cobrastyle (Grey's Anantomy 03x06)*

3. The Pipettes - Dirty Mind (Grey's Anantomy 03x03)*

4. Scissor Sisters - I Don't Feel Like Dancin (Private Practice 01x01)*

5. Amy Winehouse - Valerie (27 Dresses - Vestida para casar)*

Bônus: David Bowie - Modern Love

*Quem me conhece sabe que adoooooro trilhas sonoras! Uma cena que faz lembrar aquela música, ou aquela música que faz lembrar tal situação... Gosto muito mesmo! E como sou organizada (ok, pode parecer exagero, freaky ou quase um Mônica Geller), coloquei aí de onde são as músicas: as séries com respecivos episódios e filme.

ahh... e a foto é de Little Miss Sunhine: screeeeeam!!!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Conselhos cibernéticos


Do Personare:
"... a passagem da Lua pelo setor das crises pessoais pode significar um transbordamento de emoções e problemas que você tem tentado evitar nos últimos dias. O Sol em trânsito pela Casa 1 lhe chama à consciência, à clareza em relação a si mesmo. A Lua neste momento pede que você não faça de conta que não existem coisas que lhe incomodam e que dê atenção a estes pontos. O Sol na 1 lhe ajuda a ver as coisas com maior clareza, e a ter a coragem de romper com hábitos, padrões, pensamentos ou pessoas que não lhe servem mais. Reflexão para o período: do que eu preciso me libertar?"

Do orkut:
"Faça apenas o que o coração manda."

Esses conselhos, no mesmo dia... sei não...
tá chegando a hora...

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Pérolas de um brainstorm_2

- Qual o mote?!
- É...
- Aliás, espera aí, tu prefere mote ou morte?!
- Numa sexta-feira?! Passa a morte pra cá...

Pérolas de um brainstorm_1

Uma manhã inteira de brainstorm e a melhor coisa foi:

Fusion enquanto é tempo!

Seguida de:

Vá se fusion!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Maybe grow it's sucks

Violet: I think I understand Beth and her husband a little bit more. Wanting just erase the bad stuff. Who doesn't want a life without pain?

Sam:
I'd like to think that pain is what forces us to grow.

Violet:
Maybe i don't wanna grow. Maybe grow it's sucks.

Pra ver: Private Practice - 1.05 “In Which Addison Finds a Showerhead”
Pra ouvir: Sia - Little black sandals

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

1º dia de B-R-Ó - BRÓ

De passagem pelo Rio de Janeiro, num dia de calor, ouvi uma carioca reclamar do clima. Eu disse a ela que, em Teresina, a gente passava por aquilo todos os dias. Normal. A moça então me indagou: “Nossa! E como vocês se vestem lá?” Olha só a audácia dela! Depois de uma gargalhada, respondi que a gente se veste como eles lá, ora bolas! Clima e moda globalizados, ok?


E foi lembrando dessa história, pensando num tema para uma crônica sobre Teresina, que, numa tarde de calor (óbvio) e por causa dele, divaguei sobre a condição calorosa da nossa cidade.


Calor, segundo nosso amigo Aurélio, ele mesmo, o dicionário, aquele também chamado de “Pai dos Burros”, que dá conta de quase tudo nessa língua que falamos, pois bem... calor, pro Aurélio, significa:

1. sensação que se experimenta, em ambiente aquecido (pelo Sol ou artificialmente), ou junto de um objeto quente e/ou que aquece;

2. animação, vivacidade;

3. afabilidade, cordialidade;

4. sentimento de estima e/ou solidariedade.


Sendo assim, nos meus devaneios, frente ao vai e vem do ventilador, me abanando de vez em quando, eis que me encontro entrelaçando idéias, fazendo conexões, e: Teresina é puro calor, em todos os sentidos!


Calor quase infernal, cada dia pior, a menos que você se jogue na frente de um split o dia inteiro. O calor inquieta, aperreia, gruda, escorre, deixa tonto, o calor irrita, amolece os miolos e o corpo, desencoraja... Sobretudo no famoso período do B-R-Ó BRÓ (setembro, outubro, novembro e dezembro).


No entanto, pra esse calor, a gente até que dá um jeito. Ar-condicionado em casa, no trabalho, na aula, no médico, no carro, até rua climatizada a gente tem! Além disso, a cerveja é tinindo, e a Coca-Cola estupidamente gelada.


Mas quando falo da condição calorosa da nossa terra, Teresina, me refiro também e, principalmente, ao nosso povo, a gente! Gente quente, animada, simpática, viva, solidária, cordial, enérgica, que faz e acontece. Calor humano. Calor que recebe bem, que abraça, beija, cheira, aperta.


Em Teresina faz, e muito, calor! Mas pra esse último... sem truques para driblar esse calor, certo? Pelo contrário, aonde vai o teresinense leva essa alegria. E quem vem pra cá, se encanta. Desde que nem ouse reclamar do calor, a gente não gosta!


Contudo, sempre tem um engraçadinho pra fazer piadas do nosso clima. Eu, na verdade, nunca fiz o teste, mas o povo comenta que dá pra fritar um ovo na Av. Frei Serafim no pico do meio-dia. E ainda não vi, mas dizem que os cachorros estão andando de skates por causa do asfalto quente.